terça-feira, 26 de fevereiro de 2008




The prisione Break

Capitulo Um- Negociando com el delegado.

Entrei por uma porta giratoria grande e de vidro. Nada muito convencional para uma cadeia. Lá dentro a surpresa foi maior ainda: quase todas as pessoas que circulavam por lah estavam de terno, o chão era de mármore e tinha uma máquina de cafezinho. * Pq não fui eu preso em vez do Marcus?*-pensei.

_ Ok... Levem-me a seu líder. – falei a um rapaz que me cumprimentou na entrada.
_ Mio líder??? Mio chefe?
_ É, seu chefe...
_ Pero, senhore... Por que queres falar com ello? Puedes diseres a mim que las vezes yo arresiovio su problemia. O que queres?
_ Estou aqui para chantagear seu chefe.
_ Oh... entonses es so com ello mesmio.

O rapaz me acompanhou, calado, por dois andares. Antes de sair do saguão, dei um sinal de positivo para LU, que ficara me esperando no carro, caso houvesse necessidade de alguma fuga. Sentei em uma grande sala na frente de um homem de meia idade meio calvo. Ele me olhou fixamente, mas nada disse enquanto o rapaz não saíra da sala.
_ Entonses? O que quieres, senhore?
_ Nós seqüestramos seu filho.
_ O que? Eston loucos??? Por que fizeres isso???- disse quase caindo da cadeira- Eston loucos! O que quieres para solta-lio?
_ Bem... preste bem atenção. Meu primo foi...- mas ele me interrompeu antes que eu explicasse.
_ Espere. Usted matio myo filho. Usted matio! Yo sinto isso no fundo del myo coracion.
_ Não, claro que não o matamos.
_ Enton proves!!! Tiene alguma prova?
_ Trouxe uma foto dele no cativeiro. – tirei uma foto do meu bolso- aqui esta ele.
O senhor olhou bem, passou a mão nos cabelos que lhe restavam, olhou para mim e disse.
_ Isso es uma fotio dy uno macaco.
Olhei para a foto de novo.
_ Droga... raptamos a pessoa errada de novo.
_ Saia de la mina friente.- disse rispidamente enquanto arrumava seu terno.
_ Ainda não acabou!- respondi rapidamente, fazendo com que o senhor se assustasse de novo- Eu tenho um plano B... – disse tirando uma arma do paletó. – E não tenho medo nenhum de usa-lo... é bom seguir minhas instruções ou vc não viverá para contar história!
_ Isto es uno rabanete?- me intorompeu.
_ Éééé... Mãos pra cima, panaca.
_ Non... non miesmo... yo no voy levantare mias mones por causia dy uno rabanete. O que isso puede me fazier?
Entaum bati com o rabanete na cabeça dele. Ele ficou meio assustado e tentou se levantar da cadeira, mas pulei por cima da mesa, jogando-o no chão, e agarrei o pescoço dele com uma mão, com a outra, segurando o rabanete, desferi vários golpes mortais... é uma pena que não acertei nenhum...
_ Rendiasse, manie.- disse o senhor segurando meu pescoço contra o chão.
_ ... pareeeee, pare... estou sem ar.- implorei.
_ Juria que vaz emboria? Y nunca mas ira my incomodiar?- disse ainda sem me soltar.
_ Espere... eu tenho um plano C... e você vai gostar dele.
_ Que planio es esse? Por que yo voy gostar dello?
_ Porque envolve dinheiro.
_ Ohhhh... estoy gostandio... prossiega.
_ Soh se me soltar primeiro.
Ele se levantou, arrumando um terno... Levantei meio dolorido do chão. O rabanete havia sumido, meu pescoço duia bastante e, quando ascentei na cadeira em frente à ele, senti meio bambo.
_ Dy que quantia fallamios.
_ Muita... pelo menos para mim eh muita.
_ Tudio bien. Ustede terá que assinare esse papelo en duas vias e levalio no quartio andare na Cordenacione de Subornio, ao ladio da salia de Lãs Comprias dy Coligaciones Partidárias...
Peguei a folha e comecei a preenche-la. Mas foi ai que eu vi a logomarca no alto da pagina( clique ao lado para ampliar)...
_ Banco de La Nacione Boliviania? Como assim???
_ Es o nombre complieto dy noestro banquio...
_ Banco... Eu achei q eu estava numa cadeia pra resgatar meu primo q tah preso.
_ No, isto es um banco...
_ Tem certeza?
Ele pegou sua carteira e olhou para um crachá que tinha sua foto...
_ Sin, eres um banco.
_ Uai... To no lugar errado... eu perguntei pra uns caras onde ficava os ladrões dessa cidade e ele me deu esse endereço...- disse levantando- Desculpe o incomodo ai.
_ Que isso. Nuestro trabajio eh te servir. Vuelte siempre...



Cenas dos próximos capítulos: Discutiremos a emenda constitucional número 42, de dezembro de 2003, que alterou o texto do art. 37, inciso XXII, que relata sobre as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

( Ministério da cultura adverte: esse post além de chato é grande, sendo contra indicado em casos de vc jah estar morto)

_ Lucas,- chamou-me LU um dia desses, enquanto preparávamos para dormir à beira da estrada BO-362, ao lado de um mirante( foto ao lado)- acho que o Homero sofre de dementia praecox.
Houve um silencio momentâneo. Não queria que uma garota desconfiasse que eu não sabia uma palavra que ela sabia. Resolvi improvisar.
_ Concordo plenamente. – foi o jeito mais fácil de faze-la continuar falando, para q conseguisse mais tempo para descobrir oq era dementia proex.
_ Pois é. Ontem ele começou a rir e derrepente me deu um murro!
Ok, agora eu tinha entendido do que ela falava: boxe.
_ Então vc deu um gancho de direita nele?- puxei assunto.
_ Não... quer dizer... Tah, dei... Mas não é isso que importa.
*Droga- pensei comigo-Se isso não importa, então não era de boxe que ela tava falando.*
_ Ele vem sofrendo alterações psíquicas, modificando seu estado de humor, bem como seu nível de energia, ou se preferir ânimo, e seu nível de interesse.
* Ok. - pensei- se eu não estava entendendo nada até agora, percebo que passei a entender menos ainda.* Concordei com a cabeça, fazendo com que LU continuasse.
_ Acho que devemos levar ele no médico, a um psiquiatra.
* Psiquiatra?-continuei pensando- Será que Homero é gay? *
_ Transtorno de humor não é nada tranqüilo- continuou a garota-... ele pode se tornar até agressivo...
* Transtorno de humor!!! Ah, é disso que ela estava falando... devia ter falado desde o início.- pensei*
_ Acho que vc está exagerando – falei fazendo minha cara de entendido, segurando meu queixo( foto ao lado). Acho que LU até titubiou por um instante devido minha cara de sábio.
_ Estranho, vc disse que concordava comigo 16 linhas acima.- olhei para o outro lado, para ela não ver minha cara enquanto pensava em uma saída, mas graças a Deus LU continuou- Tudo bem, mas fique de olho nele, cara- disse levantando.

E fiquei... mas Homero parecia normal naquela noite. Alias, normal para um Homero Dias: ele urinou no batmovel para marcar território( ele fazia isso todas as noites), depois urinou em volta do acampamento improvisado que fizemos( falava que expulsava pessoas com coqueluxe), depois urinou no Marcus( não sei pq ele insiste nisso todas as noites), depois urinou num cachorro passando( só por diversão mesmo) e depois urinou desenhando uma cruz de 2 metros por 1( não sei como ele consegue arrumar tanta urina).

Acordamos no outro dia, tudo corria normal. Conversamos, comemos junto uns frutos que achamos na beira da estrada. Tudo normal. Ai Homero contou uma piada, rimos um pouco, e ele se jogou do barranco a beira da estrada(foto)... Nesse instante comecei a desconfiar que ele podia ter transtorno de humor.

Amarramos Homero e o levamos a um médico( tivemos que amarrar, ele gritou o tempo inteiro para que não o levasse, pq tinha pessoas com coqueluxe no consultório). Após entrar e ficar com o médico por três horas inetorruptas, o doutor chamou LU, Marcus e eu.
_ Seniores, Homero esta bien...-
*UFA- pensamos*
- beien mal... Biene mau mesmio... Consegui diagnosticare 23 doençias psiquiátricas... pero, isso pq eu só conseguie lembriar dessias 23.
_ O não doutor, isso é muito triste.- falou LU.
* Oba, vou poder ficar com o banco da frente do Batmóvel- pensei*
_ Pero, ello vai sobrevivier.
* Banco de trás outra vez, lá vou eu*
_ Es mui fácil tratario, solamente duas cosas: jamas o contrarie em momentios de surtio y, por via de las duvidias, receitiei alguns remédios. Tiene alguns pecnos efeitios colateriais, pero, nadia serio. Niem da pra repariar los efeitios derecho.

Homero pulou de um pé só por cerca de 35 minutos no primeiro dia que tomou os remédios. Os efeitos colaterais eram “realmente” imperceptíveis... E só foram piorando... até que chegou hj de manha.......

Acordamos( Lu, Marcus e eu), fizemos um café e estávamos comendo. Foi ai q Homero acordou. Vimos ele passar andando por trás de nós em silencio, como se não quiséssemos que o víssemos. Percebemos que ele tava tendo um surto( ele tinha levantado só de pijama,,, mas ele não usa nada pra dormir) e preferimos não falar nada. Homero entrou correndo num mato a beira da estrada. Continuamos o café achando que ele voltaria em breve, estávamos acostumados com as doideiras dele.
Foi ai que ele saiu de uma moita segurando um rabanete enorme apontando para nós.
_ Todios usteds.- olhamos assustado para ele- Todios. Estoi falandio com todios. Todios mesmio. Todios usteds três. Todios usteds...
_ Tah, jah entendemos q eh nos tres.- interrompeu LU.
_ Silencio!!!Yo estoi falandio. Manos para cima, todios usteds!- nós, tentando não contraria-lo, levantamos- Usteds acham que yo no sei oq eston fazendio???- respondemos que não com a cabeça- Usteds tiene coqueluxe!!! Quieren me contaminiare!!! Yo voy emboria, nunca my pegariaom vivo!!!- virou então o rabanete para o Marcus- Vc, bune roza. Entrie no carrio.
_ Homero, eu não vou fazer isso.- falou meu primo- Eu sou o Marcus, lembra?
_ Silencio!!! Yo estoi armadio!
_ Com um rabanete.
Homero bateu com o rabanete na cabeça do Marcus, fazendo-o cair para trás.
_ Mas ello esta carregadio.
Seguramos Marcus para não avançar sobre Homero, no momento ver a luta de um homem pelado era o que eu menos queria.
_ Entre no carro Marcus, não o contrarie- disse a LU.

Após muito insistir e ter levado umas cinco rabanetadas, Marcus pegou o batmóvel. Homero ascentou do lado dele.
_ Acierele...- meu primo pegou a auto estrada- virie a la direcha... agora la esquerdia, siga duas quadrias, agoria la derecha...- Homero foi orientando-o por alguns minutos e todas as vezes que Marcus falava alguma coisa era agradido pelo rabanete.
De repente Homero se silenciou. Ficou olhando para meu primo, de lado, meio assustado. Marcus, apesar de achar estranho, continuou andando em linha reta sem nada falar( temia mais uma rabanetada). Homero começou a respirar ofegante. Fugia para lateral do carro, começou a suar, seus olhos fitavam fixamente meu primo. Foi quando, na avenida que estavam dirigindo, Marcus pode ver uma blitz da policia.
Temendo ser reconhecido pelos policiais( ele é procurado por 5 tipos de crime), meu primo acelerou um pouco... Estava jah passando pela blitz quando Homero abriu a porta do carro e se jogou...
_ Tentatiavia de assedio sexuale.- gritava ele aos guardas- Esto hombre esta se aproveitandio de mim!!! Y ello tem coqueluxe!

Para encurtar a história( to com calo no dedo), Marcus foi preso numa delegacia especial para portadores de doença terminal e Homero está na “5a Delegacia de la mujer” fazendo uma denuncia contra o “taradio brancão”. Quanto eu e a LU, estamos preparando para o resgate mais digno de todos os tempos( temos que resgatar o acusado e a vítima)...
Por isso peço a vcs, leitores, q orem por nós, para q tudo deh certo... Se eu não escrever mais neste blog em duas semanas, é pq a fuga deu errado; devo então estar preso ou morto na prisão... ou talvez não escreva por estar com preguiça.
a tudo agradeço, Lucas