The prisione Break
Capitulo Um- Negociando com el delegado.
Entrei por uma porta giratoria grande e de vidro. Nada muito convencional para uma cadeia. Lá dentro a surpresa foi maior ainda: quase todas as pessoas que circulavam por lah estavam de terno, o chão era de mármore e tinha uma máquina de cafezinho. * Pq não fui eu preso em vez do Marcus?*-pensei.
_ Ok... Levem-me a seu líder. – falei a um rapaz que me cumprimentou na entrada.
_ Mio líder??? Mio chefe?
_ É, seu chefe...
_ Pero, senhore... Por que queres falar com ello? Puedes diseres a mim que las vezes yo arresiovio su problemia. O que queres?
_ Estou aqui para chantagear seu chefe.
_ Oh... entonses es so com ello mesmio.
O rapaz me acompanhou, calado, por dois andares. Antes de sair do saguão, dei um sinal de positivo para LU, que ficara me esperando no carro, caso houvesse necessidade de alguma fuga. Sentei em uma grande sala na frente de um homem de meia idade meio calvo. Ele me olhou fixamente, mas nada disse enquanto o rapaz não saíra da sala.
_ Entonses? O que quieres, senhore?
_ Nós seqüestramos seu filho.
_ O que? Eston loucos??? Por que fizeres isso???- disse quase caindo da cadeira- Eston loucos! O que quieres para solta-lio?
_ Bem... preste bem atenção. Meu primo foi...- mas ele me interrompeu antes que eu explicasse.
_ Espere. Usted matio myo filho. Usted matio! Yo sinto isso no fundo del myo coracion.
_ Não, claro que não o matamos.
_ Enton proves!!! Tiene alguma prova?
_ Trouxe uma foto dele no cativeiro. – tirei uma foto do meu bolso- aqui esta ele.
O senhor olhou bem, passou a mão nos cabelos que lhe restavam, olhou para mim e disse.
_ Isso es uma fotio dy uno macaco.
Olhei para a foto de novo.
_ Droga... raptamos a pessoa errada de novo.
_ Saia de la mina friente.- disse rispidamente enquanto arrumava seu terno.
_ Ainda não acabou!- respondi rapidamente, fazendo com que o senhor se assustasse de novo- Eu tenho um plano B... – disse tirando uma arma do paletó. – E não tenho medo nenhum de usa-lo... é bom seguir minhas instruções ou vc não viverá para contar história!
_ Isto es uno rabanete?- me intorompeu.
_ Éééé... Mãos pra cima, panaca.
_ Non... non miesmo... yo no voy levantare mias mones por causia dy uno rabanete. O que isso puede me fazier?
Entaum bati com o rabanete na cabeça dele. Ele ficou meio assustado e tentou se levantar da cadeira, mas pulei por cima da mesa, jogando-o no chão, e agarrei o pescoço dele com uma mão, com a outra, segurando o rabanete, desferi vários golpes mortais... é uma pena que não acertei nenhum...
_ Rendiasse, manie.- disse o senhor segurando meu pescoço contra o chão.
_ ... pareeeee, pare... estou sem ar.- implorei.
_ Juria que vaz emboria? Y nunca mas ira my incomodiar?- disse ainda sem me soltar.
_ Espere... eu tenho um plano C... e você vai gostar dele.
_ Que planio es esse? Por que yo voy gostar dello?
_ Porque envolve dinheiro.
_ Ohhhh... estoy gostandio... prossiega.
_ Soh se me soltar primeiro.
Ele se levantou, arrumando um terno... Levantei meio dolorido do chão. O rabanete havia sumido, meu pescoço duia bastante e, quando ascentei na cadeira em frente à ele, senti meio bambo.
_ Dy que quantia fallamios.
_ Muita... pelo menos para mim eh muita.
_ Tudio bien. Ustede terá que assinare esse papelo en duas vias e levalio no quartio andare na Cordenacione de Subornio, ao ladio da salia de Lã
s Comprias dy Coligaciones Partidárias...
Peguei a folha e comecei a preenche-la. Mas foi ai que eu vi a logomarca no alto da pagina( clique ao lado para ampliar)...
_ Banco de La Nacione Boliviania? Como assim???
_ Es o nombre complieto dy noestro banquio...
_ Banco... Eu achei q eu estava numa cadeia pra resgatar meu primo q tah preso.
_ No, isto es um banco...
_ Tem certeza?
Ele pegou sua carteira e olhou para um crachá que tinha sua foto...
_ Sin, eres um banco.
_ Uai... To no lugar errado... eu perguntei pra uns caras onde ficava os ladrões dessa cidade e ele me deu esse endereço...- disse levantando- Desculpe o incomodo ai.
_ Que isso. Nuestro trabajio eh te servir. Vuelte siempre...
Cenas dos próximos capítulos: Discutiremos a emenda constitucional número 42, de dezembro de 2003, que alterou o texto do art. 37, inciso XXII, que relata sobre as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Capitulo Um- Negociando com el delegado.
Entrei por uma porta giratoria grande e de vidro. Nada muito convencional para uma cadeia. Lá dentro a surpresa foi maior ainda: quase todas as pessoas que circulavam por lah estavam de terno, o chão era de mármore e tinha uma máquina de cafezinho. * Pq não fui eu preso em vez do Marcus?*-pensei.
_ Ok... Levem-me a seu líder. – falei a um rapaz que me cumprimentou na entrada.
_ Mio líder??? Mio chefe?
_ É, seu chefe...
_ Pero, senhore... Por que queres falar com ello? Puedes diseres a mim que las vezes yo arresiovio su problemia. O que queres?
_ Estou aqui para chantagear seu chefe.
_ Oh... entonses es so com ello mesmio.
O rapaz me acompanhou, calado, por dois andares. Antes de sair do saguão, dei um sinal de positivo para LU, que ficara me esperando no carro, caso houvesse necessidade de alguma fuga. Sentei em uma grande sala na frente de um homem de meia idade meio calvo. Ele me olhou fixamente, mas nada disse enquanto o rapaz não saíra da sala.
_ Entonses? O que quieres, senhore?
_ Nós seqüestramos seu filho.
_ O que? Eston loucos??? Por que fizeres isso???- disse quase caindo da cadeira- Eston loucos! O que quieres para solta-lio?
_ Bem... preste bem atenção. Meu primo foi...- mas ele me interrompeu antes que eu explicasse.
_ Espere. Usted matio myo filho. Usted matio! Yo sinto isso no fundo del myo coracion.
_ Não, claro que não o matamos.
_ Enton proves!!! Tiene alguma prova?
_ Trouxe uma foto dele no cativeiro. – tirei uma foto do meu bolso- aqui esta ele.
O senhor olhou bem, passou a mão nos cabelos que lhe restavam, olhou para mim e disse.
_ Isso es uma fotio dy uno macaco.
Olhei para a foto de novo.
_ Droga... raptamos a pessoa errada de novo.

_ Saia de la mina friente.- disse rispidamente enquanto arrumava seu terno.
_ Ainda não acabou!- respondi rapidamente, fazendo com que o senhor se assustasse de novo- Eu tenho um plano B... – disse tirando uma arma do paletó. – E não tenho medo nenhum de usa-lo... é bom seguir minhas instruções ou vc não viverá para contar história!
_ Isto es uno rabanete?- me intorompeu.
_ Éééé... Mãos pra cima, panaca.
_ Non... non miesmo... yo no voy levantare mias mones por causia dy uno rabanete. O que isso puede me fazier?
Entaum bati com o rabanete na cabeça dele. Ele ficou meio assustado e tentou se levantar da cadeira, mas pulei por cima da mesa, jogando-o no chão, e agarrei o pescoço dele com uma mão, com a outra, segurando o rabanete, desferi vários golpes mortais... é uma pena que não acertei nenhum...
_ Rendiasse, manie.- disse o senhor segurando meu pescoço contra o chão.
_ ... pareeeee, pare... estou sem ar.- implorei.
_ Juria que vaz emboria? Y nunca mas ira my incomodiar?- disse ainda sem me soltar.
_ Espere... eu tenho um plano C... e você vai gostar dele.
_ Que planio es esse? Por que yo voy gostar dello?
_ Porque envolve dinheiro.
_ Ohhhh... estoy gostandio... prossiega.
_ Soh se me soltar primeiro.
Ele se levantou, arrumando um terno... Levantei meio dolorido do chão. O rabanete havia sumido, meu pescoço duia bastante e, quando ascentei na cadeira em frente à ele, senti meio bambo.
_ Dy que quantia fallamios.
_ Muita... pelo menos para mim eh muita.
_ Tudio bien. Ustede terá que assinare esse papelo en duas vias e levalio no quartio andare na Cordenacione de Subornio, ao ladio da salia de Lã
Peguei a folha e comecei a preenche-la. Mas foi ai que eu vi a logomarca no alto da pagina( clique ao lado para ampliar)...
_ Banco de La Nacione Boliviania? Como assim???
_ Es o nombre complieto dy noestro banquio...
_ Banco... Eu achei q eu estava numa cadeia pra resgatar meu primo q tah preso.
_ No, isto es um banco...
_ Tem certeza?
Ele pegou sua carteira e olhou para um crachá que tinha sua foto...
_ Sin, eres um banco.
_ Uai... To no lugar errado... eu perguntei pra uns caras onde ficava os ladrões dessa cidade e ele me deu esse endereço...- disse levantando- Desculpe o incomodo ai.
_ Que isso. Nuestro trabajio eh te servir. Vuelte siempre...
Cenas dos próximos capítulos: Discutiremos a emenda constitucional número 42, de dezembro de 2003, que alterou o texto do art. 37, inciso XXII, que relata sobre as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
3 comentários:
Adorei,principalmente o contrato, acho que voi a imprimir algumas cópias...nunca se sabe, né?
Um bjãooo!!!!
mais gerais sou eu...barb! Bjus
pelo menos eles aceitam cartao corporativo na bolivia tb!
eu nao vi os comentarios a emenda 42 no porximos capitulos!
cade?
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