sexta-feira, 28 de março de 2008



Foi esse cartaz que atraiu LU a um local chamado el FAFICHY, afinal de contas, se esses caras tinham escapado das “Minas Macabras e Amaldiçoadas de Moria de Muerte”, eles deviam saber como fugir de uma prisão normal da Bolivia. Seguimos até o endereço que estava no mapa, um grande terreno baldio, não muito longe da praça em que dormíamos. Entramos em um prédio grande e saímos perguntando se alguém sabia onde era o congresso, foi ai que um rapaz nos explicou:
_ No, mios amigos. Aqui no eres el FAFICHY. Aqui eres la escolia de artes.- ele se aproximou da janela nos chamando para se aproximar dela- Olle. Prossiguia por duas quadrias, virie em la primeja moita, atravessie el valle e suba la barranquieira. No tiene como errares! Es mui fácil... quando usteds viriem uma fumacia pairandio sobre uno prédio, es la FAFICHY.

Ao chegar lá, eu logo percebi que alguma coisa estava errado: descobri um elo perdido entre a civilização civilizada( ou seja, a norte-americanizada) e a sociedade primitiva. Ao começar pelos homens, eles andam iguais primatas, barbudos, cabelos grandes, chinelões havaiana... E eles não são o pior... O pior são as mulheres, que gostam de caras assim! Como alguém tem coragem de beijar um cara que nem sabe combinar a calça chadres caída na bunda com uma camisa laranjada indiana? É inacreditável. Ao chegar lá e ver aquelas aberrações fashion e históricas eu pensei na hora: “ Q raça estranha. Bom, pelo menos eles devem morrer nessa geração, impossível que seres assim conseguem se acasalar e passar essas aberrações para gerações posteriores”. Mas eu errei.... tava cheio de mulheres abraçando caras assim {depois eu poercebi q eles abraçam tudo: homem com homem, mulher com mulher, tinha uma mulher abraçando uma arvore e um cara correndo atras de um gato com um porrete na mão!( clique na foto ao lado)}.... Mas as mulheres tb não eram nada normais: saias coloridas, rodadas, com camisas curtinhas vermelhas, sandálias... e se pasmem: tinha um monte de mulher com dredi!!!!!!! Meu deus, e eu que achava que o ultimo dredi tinha sido enterrado com o Bob Marley... Como um namorado passa a mão numa cabeça da namorada com dredi? Huuuuuunnnn que nojo. Acho mesmo q a única vantagem de usar dredi é poder passar a mão no seu cabelo e depois passar na frigideira e fritar um ovo sem gastar olho de sua casa...

Mas deixa isso pra lá. Bom, entramos em um corredor largo, com esses seres estranhos espalhados por todo lugar: no chão, no canto, em arvores. Custamos a perceber que eles eram estudantes. Pra dizer a verdade LU deu uma moeda para um deles.Tampamos o nariz e passamos correndo procurando o auditório. Até que não foi difícil achar... Tinha um comitê de recepção dos alunos.
_ Aonde está o cara que escapou da “Minas Macabras e Amaldiçoadas de Moria de Muerte”?- disse LU para um dos recepcionista. Combinamos que hj só ela ia falar... as ultimas duas vezes que tentei libertar meu primo não deu muito certo.
_ Todios que eston aqui fugiram de las “Minas Macabras e Amaldiçoadas de Moria de Muerte”.
_ To precisando falar com um deles. Tenho que fazer negócios com um deles... Quero que eles libertem meu primo da Cadeia federal da Bolivia.
_ Es uma campanhia moderna ou antiga?
_ Oq?
_ La cadea, eres nueva or antiga?
_ Acho que é nova...
_ Ok, voi te levar em uno cara especializadio em fugir de caeias nuevas. Siga-me.

Percorremos alguns corredores longos, passando por alguns seres bizarros, até chegar uma das tendas armadas no grande auditório. Um cara, vestindo uma roupa preta e uma mascara estranha veio falar com a gente.
_ Yo me chamo Veder... Dart Veder.
_ Prazer. Me chamo U.. LU. E esse cara chama Cas... Lucas...
_ O que lho trazen aqui?
_ Viemos fazer negocio;
_ Que tipo de negocio?
_ Econômico.
_ No, yo sei que eres economico... Me diga, que negocio?
_ Querio que salve meu amigo da prisão Federal da Bolivia.
_ Yo puedo fazer isso. Pero, quanto irares paguiar?
_ O suficiente.
_ O suficiente para comprar a nueva version del AD&D?
_ Q isso?
_ Um livro.
_ Dah... Dah pra comprar sim...
_ Pero, yo necessitio de myo grupio. Ficaras mas cario... – ele pegou um cartão do bolso e me estendeu- querio 4 livrios Ad&D nuevos, ai ellos iron comigo.
LU olhou o papel( clique ao lado para ampliar o cartão)...
_ Não tenho tanto dinheiro assim- disse LU.
_ Entonces, no puesso fazier nadia...
_ Olha aqui, faz assim. Não leva nem lo Samuray Jack nem a Barbie de Lãs Montanhas e a gente fecha em 3 livros.
_ No, ellos son importantes...
_ Então tiara o Buz Lightear....
_ Vc no quieres tirar ello... O bracio dele sai luzinha strelar e se apertar los butonzinhos de la fantasia ello falia: “ao infinitio e alem!”
_ É, não tira o Buz Lightear- falei para LU.
_ Puesso tirar el Picachu e lo Seia, ai ficaria em 3 livrios mas uno sanduíche do Bobs.- falou Veder, com a cara q seria sua ultima oferta.
_ Fechado- LU aceitou prontamente apertando a mão de vader( veja a foto ao lado, em q Vader, Eu, no meio, e LU selamos o acordo)

Com o grupo armado e arrumado, decidimos partir amanha, cedo, para livrar meu primo da cadeia... espero que dê tudo certo.

To be continued....

terça-feira, 11 de março de 2008

Andei pesquisando em um site secreto de relacionamento, o Orkut, uma forma de permitir que o Marcus fugisse da cadeia que está preso... após muita pesquisa, encontrei a Ricardo Prisioner Scapation, que tem um marketing irresistível ( veja ao lado o marketing e a págiana do orkut dessa grande firma http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=47082481&refresh=1) e parcela a fuga em até 387 vezes no cartão... ual!!!
Resolvi, então, ir em uma de suas megalojas falar com um de seus gerentes...

Entrei em um bar suburbano, meio sujo e com umas mesas de sinuca espalhadas. Cheguei perto do balconista, mas ele, ao me ver, arredou alguns passos para traz. Dois homens levantaram de uma das mesas e aproximaram de mim.
_ Estaviamos lhe esperiando, Fredo.
_ É Lucas... Mas tudo bem.
_ Acompanhe-nos.
Eles caminharam ateh uma porta ao fundo do bar. Um homem de idade, um senhor, na verdade, me esperava assentado na única mesa do local.
_ Acho que você sabe por que estou aqui.- disse enquanto me assentava, os dois homens ficaram em pé ao meu lado.
_ Fredo, tive saldadie de usted Bambino.
_ Não. Eu me chamo Lucas.
Ele se levantou e começou a andar em volta da mesa em que estávamos.
_ Yo lhe ofereci tudio. Mio amor, mio dinheiro, mia família. Ofireci tudio a usted. Y que fizeres por mim, Fredo?
_ Lucas.
_ Desprezares mia família. No quiseres mia amizadie e com isso desprezaria mia honria. Fredo,
_ Lucas...- ele me olhou zangado pela interrupção. – a, deixa pra lá, pode continuar.
_ Fredo. Lo poder faz perdier quien no tiene nadia. Lo poder lhe seduziou, y, per issso, usted não esta mais a mio lado.
_ Sabe, acho que vc tah falando com a pessoa errada.
_ Fredo,- disse aproximando-se de mim, e beijando meu rosto- yo sei q foe usted, Fredo. Usted partio mio coracion, partio mio coracion.
_ Cara, tem certeza que é comigo mesmo??? Pode ser um mero engano e coisa e tal, naum?
_ Non, Fredo. Usted es myo irmon e yo te amio. Pero, nunquia fiquie contra la familhia de nuevo.
_ Irmão??? Cara... ceh tah drogado?
_ Um hombre que no pacia o tempio com la família no puede ser consideradio uno hombre de verdadie, Fredo. O puder lhe fiez perder oq usted non tiene.
_ Sabe... Posso ir embora, por favor? Eu juro por Deus, não sou o Fredo. - tentei levantar, mas um dos homens me empurrou novamente na cadeira.
_ Fredo, nunquia deixe que lãs pessoias entendiam oq estah pensiando...- ele olhou para baixo, jurei que vi uma lagrima sair de seu olho- Niem me lembrio da ultima vez que my convidiou para tomar uno café. Emboria mya esposia seja madrinia de sua única filha.
_ Eu não tenho filha... Juro! To falando serio cara, não tenho filha nenhuma... me deixa sair cara...- nesse momento percebi que um dos homens atrás de mim estava com a mão sobre a arma em sua cintura.- Eu tenho dinheiro. Aqui, eu te pago mas me deixa cair fora, por favor.
_ It's not personal...it's just business, Fredo.
_ Cara, vc não tah entendendo. Eu lhe pago, mas me deixe ir embora.
_ No Fredo, usted non está entendendio. Yo no quiero su dinheiro, pero yo querio su amisadie. Sabie, Fredio, por trais de todia grandie furtunia há um crimie. - ele se ascentou de novo na minha frente- Lãs mulhieres e los chicos pueden ser descuidadias, pero, los hombres non, Fredo.
_ Meu chagado.... Q q essa ultima frase tem a ver com o resto do discurso?
_ Nadia, pero yo gostio mucho delia.- ele fez uma pausa longa; eu estava nervoso, não sabia oq fazer, tive a vontade de tentar sair correndo, mas a perna estava bamba de mais- Fredo, yo farei uma ofertia que no poderá recusar.
Um dos capangas se aproximou de mim, com um saco em mão, jogando-o sobre a mesa. O homem ascentado me olhou, esperando que eu o abrisse. Ao pega-lo percebi que estava manchado de sangue.
_ Ahhhhhhhh... – gritei ao abrir- Uma cabeça de cavalo!!!!
_ Si... De suo cavalio favoritio.
_ Eu não tenho cavalo. Juro, não tenho...- disse chorando- eu juro cara, não sou eu, por favor, naum sou eu.
_ Vejo ódio em usted, Fredo. – ele se levantou e começou a andar em volta da mesa- Nunquia odeie sus inimigos. Isto atrapalha lo raciocínio.
_ Pq me trouxe aqui! Pq? Me deixe ir embora, nunca farei mais nada, juro....
_ Usted deve mater suos amigos pertio, y suos inemiguios mas pertio ainda. – ele segurou minha cabeça, puxando pra cima- Per isso lhe trouxe. Todio hombre tiene um único destinio, y lo sue acabia aqui.
Ele me soltou. Mau pude perceber quando um dos capangas passou uma linha pelo meu pescoço, puxando-a firmemente. Comecei espernear tentando me livrar. O senhor agora gritava insistentemente.
_ Pedie pra sair! Pedie pra salir, Fredo! Pede! Tu eres uno fanfarrão, 02!
Comecei a sentir as pernas estremecerem, não conseguia mais respirar, sentia minha cabeça lantejando. Tentava puxar o barbante, me livrando de ser estrangulado... Mas não podia...
_ Ei chefe, desculpie lo atrasio, yo tava... – disse um homem de meia idade, bastante gordo, enquanto entrava na sala... quando percebeu oq ocorria, parou meio assustado, deixando um pouco do café q segurava cair no chão.
_ Fredo...- disse o senhor- es usted?
_ Si...
_ Pero, se usted es Fredo... quien es esse?
_ Lucas.... Lucassssss...- tentei fa lar com o pouco de ar que ainda me restava.- Lucassss....
_ Droguia... Soltie-o... – cai no chão, pude sentir o sangue voltar a circular no cérebro como se fosse um tiro.- Desculpimie-e. Yo lhe confundi com my irmon Fredo.
_ Q... q... Que isso.- falei enquanto recuperava as forças- Essas coisas acontecem- comecei a pensar num modo mais rápido possível de sair de lá( veja foto, a semelhança eh enorme mesmo, até meu pai confundiria, eu acho).
_ Sien recentiementos?
_ Com certeza, sem ressentimento!
_ Oquei. – disse ele abrindo a porta- Desculpi-mie por tudio.
Sai rápido do local... tentando chegar o mais rápido possível no carro em que LU me esperava. No meio do caminho pude ouvir o senhor falando.
_ Fredo, aciente nesta cadieiria. Tengo unas cosas pra dizeres.