
É isso mesmo;;; começamos a semana com essa publicação [clique no jornal acima e o amplie( Ctrl+ rodinha do mouse) para lê-lo melhor]. Descobrimos ser caçados por assalto em quase toda Bolivia.
Foi ai que LU, achando que o carro tinha demasiada visibilidade, teve a idéia brilhante de disfarça-lo. Compramos tinta e ficamos por mais de 5 horas fazendo o trabalho. Veja o resultado ao lado.
Mas, afinal de contas, tudo corria bem... não que eu gostasse das cores, mas dava pra disfarçar legal, ninguém suspeitaria que era o batmóvel. Foi ai que aconteceu um problema.
Foi ai que LU, achando que o carro tinha demasiada visibilidade, teve a idéia brilhante de disfarça-lo. Compramos tinta e ficamos por mais de 5 horas fazendo o trabalho. Veja o resultado ao lado.
Mas, afinal de contas, tudo corria bem... não que eu gostasse das cores, mas dava pra disfarçar legal, ninguém suspeitaria que era o batmóvel. Foi ai que aconteceu um problema.
Estávamos dirigindo por ai( sempre fazemos isso, naum ha muitas coisas pra se fazer na Bolivia quando se ´pe suspeito de assassinato, roubo e perseguido por índios) quando entramos em um engarrafamento. Até ai tudo normal. Algumas pessoas olhavam pro nosso carro, mas pra todo lugar que íamos o povo olhava... Era um carro de quase quatro metros rosa, nada mais normal q gerar espanto.
Foi ai que uns homens fortes começaram a dar tchauzinho. LU deu um sorrizo de volta, mas eles chamaram ela de mocreia. Uma mulher de 1 metro e oitenta,
nariguda, com sainha desceu, caminhou até no meio do engarrafamento, paçou a mão nos meus braços e deixou um telefone, eu lógico gostei( veja foto) e achei normal( por onde eu passo as mulheres ficam loucas). Dois homens sem camisa abriram a porta do carro ao lado e nos convidaram para tomar uma cerveja, mas rejeitamos... Até ai tudo meio normal, o povo B
oliviano é muito lindo e simpático( veja foto), achávamos que eles soh estavam sendo receptíveis.
De repente o transito começou a fluir melhor. Cada vez que avançávamos mais gente mexia conosco e dava tchau. Começamos entaum ver homens de sunga e umas mulheres peludas. O povo começou a ficar cada vez mais estranho e um homem chegou a pular pela janela do batmovel mas Homero conseguiu chuta-lo para fora. Fechamos os vidros correndo. As pessoas começaram a bater neles, gritando em nossa direção e dando tchauzinho... Marcus fora tirado da moto( que seguia ao lado do carro) e suas roupas começaram a ser levadas... Quando ele voltara a moto soh estava de sunga( eu achei q a sunga dele parecia um bikine, mas ele jura que era uma cueca fio dental, “ a nova moda em Paris”). Foi ai q, do nada, apareceu o Miguel Falabela, sem camisa e pulando no meio do povo...
Percebemos entaum de imediato: tínhamos entrado no meio de uma parada Gay Bolivariana...
Mas, uma coisa me deixa feliz... Três dias depois, no blog do Juca Kf
uri, deu a noticia abaixo... parece q estamos oficialmente livres da acusação de roubo. Só falta agora recuperarmos algumas de nossas roupas perdidas na passeata( a imagem tah com um pequeno erro de formatação, click para ampliar e ler melhor).
Foi ai que uns homens fortes começaram a dar tchauzinho. LU deu um sorrizo de volta, mas eles chamaram ela de mocreia. Uma mulher de 1 metro e oitenta,
nariguda, com sainha desceu, caminhou até no meio do engarrafamento, paçou a mão nos meus braços e deixou um telefone, eu lógico gostei( veja foto) e achei normal( por onde eu passo as mulheres ficam loucas). Dois homens sem camisa abriram a porta do carro ao lado e nos convidaram para tomar uma cerveja, mas rejeitamos... Até ai tudo meio normal, o povo B
oliviano é muito lindo e simpático( veja foto), achávamos que eles soh estavam sendo receptíveis.De repente o transito começou a fluir melhor. Cada vez que avançávamos mais gente mexia conosco e dava tchau. Começamos entaum ver homens de sunga e umas mulheres peludas. O povo começou a ficar cada vez mais estranho e um homem chegou a pular pela janela do batmovel mas Homero conseguiu chuta-lo para fora. Fechamos os vidros correndo. As pessoas começaram a bater neles, gritando em nossa direção e dando tchauzinho... Marcus fora tirado da moto( que seguia ao lado do carro) e suas roupas começaram a ser levadas... Quando ele voltara a moto soh estava de sunga( eu achei q a sunga dele parecia um bikine, mas ele jura que era uma cueca fio dental, “ a nova moda em Paris”). Foi ai q, do nada, apareceu o Miguel Falabela, sem camisa e pulando no meio do povo...
Percebemos entaum de imediato: tínhamos entrado no meio de uma parada Gay Bolivariana...
Mas, uma coisa me deixa feliz... Três dias depois, no blog do Juca Kf

